sábado, 5 de junho de 2010

Ela me salvou o dia, amigo!

Hoje eu acordei meio assim. Fiz minha oração diária, com muita concentração, fé e esperança. Como uma convicção de que fazer isso vai acertar todo o trilho. Mas como já me disseram uma vez: se não usarmos até a superstição a nosso favor, então o que faremos de nós? Não ligo de ser supersticiosa, de acreditar em tudo, depois em nada, outras vezes em muito pouco, outras vezes fervorosamente em muito.

Não jogo palavras ao vento. Não nesta hora, meu amigo. É quando sou mais verdadeira, e sinto na pele uma graça vindo não-sei-de-onde e me preenchendo o ser.

... E daí eu fui na cabeceira do criado da minha mãe e encontrei um livro. Abri-o na página do dia de hoje, e estava escrito sobre oração e ação. Sobre a nossa confiança em nós mesmos, e nosso poder de mudar todas as coisas de acordo com o que desejamos para nós. Rezei de novo. Ando precisada de estar junto ao Divino. Ando precisada de sentir um apoio extra, além desta terra de gente severina.

E então o telefone toca, e era minha tia. Dizendo que meu primo estava indo pra cidade grande! Todo mundo tem seus primos distantes, e suas tias espalhadas nas teias familiares que existem por aí. E ela me disse tudo de modo tão oportuno! Cheguei a pensar que fosse um anjo falando. Conversa entre anjos! Lembra disso? Foi quando agradeci pela bondade. E, mesmo me ligando para pedir minha ajuda, foi ela quem salvou o meu dia hoje, meu caro. Ela me trouxe o canto diário daquele passarinho, que nos renova a fé quando tudo parece bem cinza.

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