Não sei de que. Um sentimento assim, doído por dentro, silencioso, pleno. O “mais” é tão amplo que tenho medo de ter medo.
É que me dá uma angústia de perder o “menos”, sabe? Porque ele é tão cativante. Ele me cativa uma dorzinha crescente... e me apregoa, engravata, engaveta.
E seus planos para daqui dez anos, querido? São duradouros?
A mim só me importam mesmo os meus sete minutos de “mais”.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
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